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Em “O Esquema Fenício”, Wes Anderson domina sua linguagem, mas repete velhos truques
Com elenco de estrelas, o décimo terceiro filme do diretor impressiona tecnicamente, mas deixa uma sensação de déjà-vu Ilustração Digital por Laís Fidélis Da simetria obsessiva às paletas de cores vibrantes, poucos diretores contemporâneos têm um estilo tão próprio quanto Wes Anderson. Em O Esquema Fenício, seu 13º longa, que estreou no Festival de Cannes em maio e chegou aos cinemas brasileiros poucas semanas depois, Anderson mantém-se fiel ao seu universo visual. O filme, b

Carlos Eduardo Ortega
28 de jun.3 min de leitura
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